Pelos habitantes
Redoblando la Solidaridad para que los Habitantes de Haití Puedan Vivir con Dignidad
Mobilisation Journée Mondiale Zéro Expulsions-pour le Droit à l'Habitat (Port au Prince, 3 10 2011)
Las organizaciones integrantes de la Antena Dominicana de la Alianza Internacional de Habitantes, AIH, al cumplirse el segundo año del terremoto que el 12 de enero 2010 devasto parte de Puerto Príncipe y otras ciudades, reiteran su solidaridad militante con las organizaciones de habitantes y solidarias con los centenares de miles de personas que siguen viviendo en campamentos, sin servicios básicos y bajo constantes amenazas, agresiones y acoso por sectores al servicio del capital inmobiliario.
Port-au-Prince, Sit-in pour le droit au logement et contre les expulsions forcées
Le Collectif des Organisations pour la Défense du Droit au Logement a tenu le lundi 3 octobre, devant les locaux du Ministère des Affaires Sociales et du Travail, un sit-in pour marquer la Journée Mondiale de l’Habitat.
Resolução Final, Fórum Internacional sobre a crise da habitação no Haiti
Nós, organizações de sobreviventes a viver em acampamentos de pessoas deslocadas internamente, assim como organizações sociais e de base, reunimo-nos durante três dias na Fanny Villa em Port-au-Prince para reflectir sobre o problema da habitação na crise de longa data do Haiti. Depois de uma discussão à volta do tema “12 de Janeiro: Pesadelos, Realidade e Sonhos,” declaramos:
Haiti, Down with the violence against IDP residing in camps / in support of permanent lodging
The representatives from more than 50 camps who have united in Haiti from May 19-21, 2011 under the initiative of the Force for Reflection and Action on Housing (FRAKKA), together with other partners and comrades from other countries who participated in the International Forum on the Crisis of Housing in Haiti, have decided to mobilize at national and international levels against forced expulsions, to push the government to assume its responsibility to guarantee the right of housing for all.
Organizações exigem respeito ao direito à moradia digna e segura
Apesar de ser um direito humano fundamental garantido na Constituição do Haiti, o acesso à moradia digna e segura ainda não é uma realidade presente no país. Para chamar atenção da comunidade internacional para a violação desse direito no território haitiano, organizações sociais promoverão, entre os dias 29 de setembro e 4 de outubro, no marco do Dia Mundial do Habitat, Simpósio Internacional sobre o Direito à Moradia.
Haití: Por el Derecho a la Vivienda Rumbo a la Asamblea Mundial de los Habitantes de 2011
Unas 12 organizaciones de distintos sectores se están preparando para celebrar el Día Mundial del Hábitat en Haití del 29 de septiembre al 4 de octubre de 2010, a través de un simposio internacional sobre el derecho a la vivienda, donde se establecerá una estructura para promover la participación de Haití en la Asamblea Mundial de Habitantes a realizarse al mismo tiempo que el Foro Social Mundial que va a celebrarse en Dakar, Senegal, en enero de 2011.
Haiti, o direito à moradia é uma obrigação do Estado
A problemática da moradia não é um fenômeno novo no Haiti. Por outro lado, ele se agrava e atrai a atenção de muitos. Assim, o terremoto assassino e devastador de 12 de janeiro de 2010 que pôs a nu as fragilidades do Estado, a fragilidade das estruturas sociais e a vulnerabilidade do sistema e conduziu a população na rua com a famosa questão dos abrigos temporários ou acampamentos improvisados, uma nova situação se desenvolveu. Esta situação deverá exigir, mais do que nunca, da consciência de todos, principalmente a do Estado, porque é a este último que incumbe a obrigação de permitir à população usufruir seus direitos fundamentais: direito à moradia, direito à educação, direito à saúde, direito à alimentação, etc.
Missão de organizações sociais dominicanas e de redes internacionais ao Haiti, janeiro 2010
Misión de movimientos sociales y redes a Haiti, enero 2010
Missão de 15 representantes de organizações sociais dominicanas e de redes internacionais esteve em Porto Príncipe, Haiti, entre 21 e 23 de janeiro, para contatar e apoiar os movimentos sociais, da sociedade civil, os líderes do Haiti e as iniciativas que vêm sendo desenvolvidas na situação pós-terremoto, de “povo a povo”
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Por Pedro Franco, AIH
Haiti: direto dos movimentos sociais urbanos solidários
Haiti, January 2010 (Reuters)
Contato:
solidarite.ayiti@habitants.org
As terríveis destruições que afetaram Haiti são incalculáveis. Em particular, o terremoto de 13 de janeiroatingiu os bairros populares e é provável que estes não tenham recebido ajuda internacional. Portanto precisam da solidariedade de todos, particularmente das associações de moradoressobre os temas que nos caracterizam: o direito à habitação segura e reconstruir as cidades com um enfoque participativo e sustentável.
Estamos desenvolvendo esta abordagem na reconstrução pós-terremoto 2007 no Peru, através da parceria entre as organizações da AIH, as autoridades locais peruanas agrupadas em AMUPAT e as autoridades locais espanholas coordenadas pelo FAMSI. Também este aspecto faz parte dos preparativos para a Assembléia Mundial dos Habitantes (FSM Dakar, 2011).
Recuperação do país precisa ser a partir do movimento de solidariedade
Camille Chalmers
Após uma semana do terremoto que destruiu parte do Haiti, a situação no país ainda continua complicada. De acordo com informações do secretário-executivo da Plataforma Haitiana Por um Desenvolvimento Alternativo (Papda), Camille Chalmers, a situação no país permanece ruim, com dificuldades de comunicação. Vários países ajudam no resgate e no atendimento aos feridos, como Cuba, que continua a enviar médicos ao local.
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